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E esse tal de álbum?

Nós somos fotógrafos, então a gente adora as lentes e os brinquedos eletrônicos. E sejamos honestos: rola uma vaidade e a gente gosta muito de ver 10 mil likes e 200 compartilhamentos nas nossas fotos. A gente fica assim, ó, todo todo!

E, claro que a gente sabe que quando você recebe as suas fotos, vai correndo para o Facebook para mostrar para a mãe, para a tia, para a vó, para cunhada, para a vizinha e para as amigas e deixar toda família pertinho, babando nos bebês fofinhos, no barrigão lindo.

Mas aí você só vai ver essa foto de novo dali a muito tempo.

É por isso que a gente que gosta de lente e de brinquedos eletrônicos gosta de álbum. Álbum é tudo de bom, ó: a foto fica beeeem grandona e dá para ver todos os detalhes, as cores, as luzes. A foto fica com uma definição mais legal do que a tela do celular e do computador (a não ser que você tenha um monitor ultra mega blaster profissional 2.0 com opções avançadas e que faça até café).

 

Tá bom, tá bom, tudo isso é desculpa de fotógrafo, eu sei. Quem tem que se preocupar com os DPIs e os CMYks e essas coisas todas é a fotógrafa aqui, certo?

Mas olha: fotografia no HD a gente não olha tanto mesmo. O álbum é um objeto que fica sempre ao alcance da vista, tá ali na prateleira, é só esticar a mão e pegar. E também pode ficar na mesa de centro da sala, acompanhando o café e virando assunto para as visitas.

Além disso, também pode ficar ao alcance das mãozinhas pequenininhas. já pensou você mostrando para seu bebê aquele fotão de quanto ele estava na sua barriga? Ou da festa do primeiro aniversário? E quando seu bebê já estiver para lá dos 20 anos?

 

O mais gostoso de ver um álbum pronto, assim, na mão é termos a certeza de que a gente conseguiu contar uma história bonita. Porque álbum tem começo, meio e fim. E ele te faz voltar para aquele dia da sessão/casamento/aniversário. Por isso mesmo, se você reparar, nossos álbuns são bem minimalistas: porque a gente quer que a história seja o principal, o que você vai reparar. Porque no fim das contas, isso é o mais importante da vida: as histórias que a gente leva.

Deixa eu registrar a sua história também?

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